quarta-feira, 26 de maio de 2010

DELEGADO DE CAMAÇARI É ASSASSINADO... ONDE ESTÃO OS DIREITOS HUMANOS AGORA?

Eis a manchete de 26 de maio de 2009: "Delegado titular de Camaçari é morto durante entrevista”

“O delegado titular da 18ª Delegacia, em Camaçari, Cleiton Leão, foi morto em uma emboscada na manhã desta quarta-feira (26), na estrada da Cascalheira, que liga o pedágio até o município de Camaçari.” Correio da Bahia, 26/05/2010

Ao ler essa notícia me senti impotente! Essa é a palavra: IMPOTENTE!

Um homem, em pleno exercício de sua atividade, e pelo que pude perceber em todas as matérias que li a respeito, exercendo a atividade da maneira que devia ser exercida, com dignidade, coragem e à caça de bandidos, criminosos, traficantes.

De repente, o nada!

Um cidadão é assassinado por exercer bem a sua atividade!

E agora?

Alguém aí ouviu falar dos tais “DIREITOS HUMANOS”, algum defensor árduo dos DIREITOS HUMANOS foi até a TV, gritar, esbravejar, exigir reparação para a família da vítima? Até agora não vi... só o que vi e ouvi até agora foi o desespero da mulher do delegado, captado pela rádio para a qual o mesmo dava entrevista.. apenas isso!

Agora vamos imaginar que tivesse sido o contrário. Vamos imaginar que a manchete deste dia 26 de maio de 2010 fosse: "DELEGADO DE CAMAÇARI MANDA MATAR BANDIDO COM RAJADA DE METRALHADORA!"

Aí sim, aí mexeria com os defensores dos DIREITOS HUMANOS, a essa altura já estariam fazendo piquete em frente à Prefeitura de Camaçari, exigindo que o delegado fosse tirado imediatamente do cargo, por ter tirado a vida de um vagabundo, nas palavras deles, um cidadão.

Vamos acabar com isso!

Enquanto tivermos pena de bandidos e ficarmos arrumando desculpas para justificar as atrocidades que esses bandido cometem com a sociedade, continuaremos vítimas dessa corja imunda
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos homens, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." ( Rui Barbosa )