
O que falar da morte repentina de um astro da grandeza de Michael Jackson?
Coincidentemente, na semana passada, escrevi sobre preconceito, e esse vai ser o ponto chave para escrever sobre Michael Jackson. Filho de família pobre e negro, Michael cresceu em meio ao conhecido preconceito da terra do Tio Sam, e isso certamente o levou a um caminho sem volta de auto-destruição.
Em minha opinião, Michael fez apenas a passagem... porque já havia morrido há muito tempo! Não o astro, o gênio das piruetas e dos passos de dança enlouquecedores, não a voz melodiosa que invadia nossos ouvidos e permanecia lá, se repetindo agradavelmente até que a música fizesse parte de nós, mas o ser humano...
Amado pelo mundo inteiro, o menino negro que ostentava uma cabeleira blackpower no início da carreira, foi vencido pelo preconceito! Preconceito contra si mesmo!
Ele conseguiu o mais difícil: foi amado pelo mundo inteiro, por brancos e negros! E não conseguiu o mais simples, o que dependia somente dele: a auto aceitação. Mudanças indiscriminadas mataram o menino Michael aos poucos, e em 25 de junho de 2009, com apenas 50 anos, ele enfim disse adeus a uma vida que ele mantinha por manter...
Quanto aos escândalos sobre abuso sexual, nem vou perder tempo escrevendo, por que simplesmente não acredito que ele tenha agido da maneira que foi divulgada mundialmente... ele não tinha esse mal no olhar... era um homem que queria ser menino para sempre, simplesmente porque não teve tempo nem espaço para ser menino no tempo certo...
Do Michael, vou guardar apenas as imagens boas, as músicas contagiantes e as vezes emocionantes, a dança impecável e o molejo inimitável... Para mim, ficarão vivos, eternizados: sua melodia, seu ritmo, seu swing, sua música, o mito!
Coincidentemente, na semana passada, escrevi sobre preconceito, e esse vai ser o ponto chave para escrever sobre Michael Jackson. Filho de família pobre e negro, Michael cresceu em meio ao conhecido preconceito da terra do Tio Sam, e isso certamente o levou a um caminho sem volta de auto-destruição.
Em minha opinião, Michael fez apenas a passagem... porque já havia morrido há muito tempo! Não o astro, o gênio das piruetas e dos passos de dança enlouquecedores, não a voz melodiosa que invadia nossos ouvidos e permanecia lá, se repetindo agradavelmente até que a música fizesse parte de nós, mas o ser humano...
Amado pelo mundo inteiro, o menino negro que ostentava uma cabeleira blackpower no início da carreira, foi vencido pelo preconceito! Preconceito contra si mesmo!
Ele conseguiu o mais difícil: foi amado pelo mundo inteiro, por brancos e negros! E não conseguiu o mais simples, o que dependia somente dele: a auto aceitação. Mudanças indiscriminadas mataram o menino Michael aos poucos, e em 25 de junho de 2009, com apenas 50 anos, ele enfim disse adeus a uma vida que ele mantinha por manter...
Quanto aos escândalos sobre abuso sexual, nem vou perder tempo escrevendo, por que simplesmente não acredito que ele tenha agido da maneira que foi divulgada mundialmente... ele não tinha esse mal no olhar... era um homem que queria ser menino para sempre, simplesmente porque não teve tempo nem espaço para ser menino no tempo certo...
Do Michael, vou guardar apenas as imagens boas, as músicas contagiantes e as vezes emocionantes, a dança impecável e o molejo inimitável... Para mim, ficarão vivos, eternizados: sua melodia, seu ritmo, seu swing, sua música, o mito!

