
Há, em praticamente todas as organizações, um movimento medonho denominado “panelinha”! Esse movimento consegue desestruturar e desarticular qualquer projeto de desenvolvimento organizacional. É ele que desencadeia mal entendidos, rompimento entre parcerias e aquele clima denso e tenso capaz de abalar até o mais equilibrado dos seres humanos.
É importante, porém, perceber a tênue diferença entre agrupamentos por afinidades pessoais e as famosas e detestáveis panelinhas. Quando pessoas unem-se por afinidades pessoais, o relacionamento é sempre divertido e as conversas, mesmo que girem em torno da organização, acabam em grandes gargalhadas e descontração... já nas panelinhas há sempre aquele ranso de mágoa, aquela pitadinha de raiva e aquela porção tamanho família de inveja.
Em grupos unidos por afinidades há alegria. Já as panelinhas alimentam-se da vida alheia, observando o comportamento do outro com o olhar crítico e severo de quem espera uma pequena falha para apontar e julgar...
Mas ainda pode ser pior...
Muitas vezes, colaboradores que assumem papel de gestão nas organizações estão na panelinha, não na liderança dela, sejamos justos, está simplesmente ali sendo levado ao sabor do tempero mais apimentado que um colaborador mais venenoso pode lançar. Aí está o maior mal que uma panelinha pode causar a uma organização...
Ela tira do gestor a sua consciência de gestão e o subjulga a um expectador invejoso dos acontecimentos, sendo liderado pelo colaborador que, certamente, tem a menor consciência do todo, do trabalho em equipe, da organização em si, e por isso o que mais critica, o que mais aponta e, certamente, o que menos faz!
A esses gestores não podemos chamar de líderes. Porque líderes não se submetem a um comportamento tão engessado, tão mesquinho... Líderes sabem contornar os problemas e conseguem desmontar panelinhas, porque verdadeiros líderes não mexem panelas!
Ana Guerreiro, 01 de setembro de 2009.
É importante, porém, perceber a tênue diferença entre agrupamentos por afinidades pessoais e as famosas e detestáveis panelinhas. Quando pessoas unem-se por afinidades pessoais, o relacionamento é sempre divertido e as conversas, mesmo que girem em torno da organização, acabam em grandes gargalhadas e descontração... já nas panelinhas há sempre aquele ranso de mágoa, aquela pitadinha de raiva e aquela porção tamanho família de inveja.
Em grupos unidos por afinidades há alegria. Já as panelinhas alimentam-se da vida alheia, observando o comportamento do outro com o olhar crítico e severo de quem espera uma pequena falha para apontar e julgar...
Mas ainda pode ser pior...
Muitas vezes, colaboradores que assumem papel de gestão nas organizações estão na panelinha, não na liderança dela, sejamos justos, está simplesmente ali sendo levado ao sabor do tempero mais apimentado que um colaborador mais venenoso pode lançar. Aí está o maior mal que uma panelinha pode causar a uma organização...
Ela tira do gestor a sua consciência de gestão e o subjulga a um expectador invejoso dos acontecimentos, sendo liderado pelo colaborador que, certamente, tem a menor consciência do todo, do trabalho em equipe, da organização em si, e por isso o que mais critica, o que mais aponta e, certamente, o que menos faz!
A esses gestores não podemos chamar de líderes. Porque líderes não se submetem a um comportamento tão engessado, tão mesquinho... Líderes sabem contornar os problemas e conseguem desmontar panelinhas, porque verdadeiros líderes não mexem panelas!
Ana Guerreiro, 01 de setembro de 2009.
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